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Contrariamente àquilo que afirma Nietzsche, Homero não é o poeta das apoteoses. Aquilo que ele exalta, santifica, não é o triunfo da força vitoriosa, mas a energia humana na desgraça, a beleza do guerreiro morto, a glória do herói sacrificado, o canto do poeta nos tempos por vir – tudo aquilo que, vencido pela fatalidade, ainda desafia a desgraça e a supera. (p. 41)

Sobre A Ilíada, Livros Cotovia, 2005

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